segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Recôndito


M'eu corpo vibra incessantemente
Quando prestes a expressar um sentimento.
Faz-se livre... sem amarras, sem mordaça...


– Nada me prende!

Guarda tantos segredos inquietos
- que clamam para que sejam descobertos -
E aventura-se a arrancar do seu refúgio interno
O sentimento oculto e os mistérios que esconde.

O silêncio das palavras que me saem à boca,
anuncia o mesmo que o grito vigente do olhar...
Timidamente, ou não, desejam se tornar visíveis
Aos sentidos de quem pra eles tem grande valor.

Minh'alma celebra a magia de se sentir viva
Quando decifrada por quem deseja estar perto.
Faz-se presa por inteira, só por assim querer...


– Peço que me sinta!


(Raphael "PH" Ramos)


Um comentário: