
- Viva o meu Alecrim!
Alecrim dourado, das velhas donzelas desvalidas
- as mesmas que dão ritmo à gentileza do Ferreira,
que marca as horas ao vê-las endinheirar.
Alecrim da 2, da 3, da minha avenida 4...
Agora com teus cem anos andados,
quantas histórias eis de contar?
Bairro das poesias...
quantas histórias eis de contar?
Bairro das poesias...
A memória dos teus poetas,
Em ti eis de guardar.
E o suor vivo de teu camelô,
O dançar vocal de tua feira...?
De tudo quanto é gente acompanhou pelos andar
De tudo quanto é gente acompanhou pelos andar
(se de verdade não passaram,
de natalense não merece se chamar).
de natalense não merece se chamar).
E tuas crianças, as que vivem a magia presente em cada rua,
quantas brincadeiras tu já ajudou a inventar
(a tora réia num vou nem comentar)?
(a tora réia num vou nem comentar)?
Entre passado e futuro
teu povo leva com muito orgulho
teu povo leva com muito orgulho
tua cultura e as mandinga popular.
- Parabéns, minha terra, meu bairro, meu lar!
(Raphael "PH" Ramos)
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